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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

SUI



   
Conheci uma senhora por nome Sui. Pense num ser humano batalhador, honesto sincero, um ser totalmente do bem, em briga com este mundo louco em busca da sua parcela de felicidade e sua paz interior. Uma pessoa muito sofrida, mais cheia de vida, de esperança e fé de que tudo isso a qualquer momento pode mudar!  O que me chamou atenção em Sui foi o amor obstinado pela sua família, e pela família humana! Apesar de ser uma pessoa de pulso firme e fé inabalável, diz Sui: Sinto-me rejeitada pela minha família. Não tão nem aí pra mim... Um telefonema se quer... Até nas redes sociais eles me ignoram... Mandam mensagens restritas sem pé nem cabeça. Nem um bom dia, como vai, Tá tudo bem aí? Talvez por que sou pobre, velha e feia. Não sou famosa ainda, sobrenome comum. Acho que tudo isso conta. Ou por eu ter sido uma pessoa muito doente, com muitos problemas decorrentes desta falta de amor desde infância. Há de haver uma explicação para tanta indiferença, tanto desamor. Hoje estou bem fortalecida e posso falar destes problemas sem tristezas, sem mágoas no meu coração.
Parabéns Sui, pela sua evolução! Gostaria de citar alguns pensamentos de Ralph Waldo Emerson. Um grande filósofo do século XIX. Ele acreditava que um esforço de introspecção metódica para se chegar além do "eu" superficial ao "eu" profundo, o espírito universal comum a toda a espécie humana. Ele  diz: “Homens fracos acreditam na sorte. Homens fortes acreditam em causa e efeito.”
É minha amiga! Não é fácil viver quando se quer ser um grande ser humano! Livre das amarras, das algemas sangrentas salpicadas de gente forte... Sem querer se ferir ou ferir alguém e sem magoar ninguém. Ralph diz mais: “É fácil viver no mundo conforme a opinião das pessoas. É fácil, na solidão viver do jeito que se quer. Mas o grande homem é aquele que, no meio da multidão mantém com perfeita doçura a independência da solidão.
Sabe Sui, a vida é cheia de altos e baixos... O importante é ser rico em sabedoria e em beleza interior.  É fazermos o nosso melhor com sinceridade para a nossa felicidade e a felicidade das pessoas e o bem-estar social. Feio ou bonito, isso depende de ponto de vista. São pessoas medíocres que não sabem amar as pessoas como elas são. Não se compare aos outro, apenas seja você mesma e dê o melhor de si em cada tarefa que você propor realizar. Mais uma de Ralph: “Ser você mesmo em um mundo que está constantemente tentando fazer de você outra coisa é a maior realização.”
Como dizia o nosso saudoso poeta: “É preciso amar amar as pessoas como se não houvesse amanhã.” Ou será tarde demais!

Um comentário:

  1. Ser você mesmo/a é o maior bem que você pode cultivar na sua vida, isso sim é felicidade interior, o que emana também um belo exterior. Abraço minha amiga Nice! Muito bom!!! André Araújo

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