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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Arembepe

Aquele dia foi tão negro
Núvens tão escuras
O mar tão tenebroso
Cheio de mistério.
Meu coração
Tão jovem e puro
Cheio de amor
E esperança!
Diante daquela noite,
Tudo se perdeu
Veio o temporal
Uma chuva fria
Uma brisa gelada
De pseudos profetas
E pseudos humanos
Uma noite triste
Inesquecível!
Trago na lembrança
A dor de uma criança
Em meio a um vendaval
Arembepe,
Proscênio perfeito
Para o desenrolar
De uma pragmática
Comédia humana!

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